Contratar um Seguro de Vida para outra pessoa é, acima de tudo, um gesto de cuidado. Em momentos de incerteza, garantir proteção financeira a quem amamos é uma forma de demonstrar responsabilidade e afeto.
Mas será que é possível fazer esse ato? A resposta é sim — desde que haja o consentimento expresso da pessoa que será segurada. Esse consentimento não é apenas uma exigência legal, mas também um ponto essencial de ética e transparência em qualquer contratação.
Em muitos casos, no entanto, o que as pessoas realmente desejam é garantir a segurança dos entes queridos — como filhos ou outros dependentes. Nessa situação, a melhor alternativa pode ser contratar um seguro em seu próprio nome e indicá-los como beneficiários.
Quais são os cuidados, as vantagens e os cenários ideais para esse tipo de contratação? É o que vamos explorar neste artigo. Acompanhe com a gente.
É possível fazer Seguro de Vida para terceiros?
Fazer um Seguro de Vida para outra pessoa é permitido, desde que a pessoa segurada esteja ciente e de acordo com a apólice. Esse tipo de contratação é chamado de “seguro por conta de outrem”.
Por exemplo: você pode contratar um Seguro de Vida para seus pais ou para seu cônjuge, mas a outra pessoa tem que dar autorização. Essa exigência existe para garantir transparência e evitar abusos.
Como fazer Seguro de Vida para outra pessoa?
Fazer um Seguro de Vida para outra pessoa é uma decisão que exige responsabilidade, diálogo e atenção aos detalhes. Por isso, contar com a orientação de um corretor de seguros pode fazer toda a diferença. Esse profissional ajuda a entender melhor as opções disponíveis e a garantir que tudo seja feito com clareza e segurança.
Veja, a seguir, os principais passos para conduzir esse processo:
- Pesquise seguradoras confiáveis, avaliando a reputação da empresa e comparando as opções do mercado;
- Escolha o tipo de seguro mais adequado, levando em conta a idade, a rotina e as necessidades da pessoa que será segurada;
- Realize simulações e solicite uma cotação personalizada, com base nos dados da pessoa a ser protegida;
- Obtenha o consentimento formal, por meio da assinatura dos documentos exigidos — etapa indispensável para a contratação;
- Analise cuidadosamente as condições da apólice, incluindo coberturas, riscos excluídos, carências e valores;
- Finalize a contratação, após a aprovação da pessoa segurada e o aceite das condições pela seguradora.
Cada seguradora pode ter particularidades em seus processos, então é sempre válido se informar com antecedência — e, se possível, contar com o apoio de um corretor de confiança durante todas as etapas, combinado?
O que é preciso para fazer um Seguro de Vida para outra pessoa?
Fazer um Seguro de Vida para outra pessoa é uma tarefa importante, pois é preciso analisar algumas questões, como a cobertura, o custo e como serão explicados os detalhes sobre a contratação.
Lembre-se de que mesmo contratando um Seguro de Vida para outra pessoa, ela deve estar ciente e autorizar essa contratação.
A seguir, veja o que é necessário para realizar essa contratação.
Cobertura e condições
Avalie se o seguro contratado atende às demandas do segurado e dos beneficiários, incluindo itens específicos, como o pagamento de despesas com funerais, por exemplo.
Além disso, o segurado precisa entender quais são as condições da cobertura e o que os beneficiários deverão fazer para solicitar a indenização.
Como fazer um Seguro de Vida para outra pessoa é uma iniciativa comum entre as empresas, é interessante que o RH esteja disposto a tirar dúvidas e repassar informações, como o nome da seguradora e seus canais de atendimento.
Documentação
Quem contrata um Seguro de Vida para outra pessoa é chamado de estipulante do Seguro. É o que ocorre quando o responsável por uma empresa contrata um Seguro de Vida em grupo para os colaboradores, por exemplo.
O estipulante precisa passar à seguradora todas as informações necessárias para que a apólice seja feita. No caso de o titular não querer mais o Seguro, também caberá ao estipulante essa comunicação com a seguradora.
É por isso que quando o Seguro é contratado por uma empresa, o RH deve informar sobre as novas inclusões (novos colaboradores) e cancelamentos (funcionários que deixaram a empresa).
Cuidados ao fazer Seguro de Vida para outra pessoa
Além de seguir o passo a passo para fazer o Seguro de Vida para outra pessoa, você deve ter alguns cuidados para garantir que o processo ocorra com tranquilidade.
Confira as dicas principais:
- garanta que todos os dados estejam corretos para evitar problemas futuros;
- não omita informações, pois isso pode causar a recusa do seguro ou dificultar o pagamento da indenização no futuro
- tenha o consentimento expresso do segurado, ou seja, nunca contrate sem ter a autorização;
- escolha uma seguradora de confiança para evitar fraudes e dificuldades no futuro;
- leia todas as cláusulas com atenção para compreender com clareza o que estará coberto ou não;
- fique atento aos prazos e carências para saber quando o seguro começa a valer.
Por que fazer um Seguro de Vida para outra pessoa?
Saber como fazer um Seguro de Vida para outra pessoa é importante para garantir proteção financeira para os beneficiários, como a família, em caso de imprevistos.
Pense no caso de Marcelo, que contrata um Seguro de Vida para sua esposa Luana, tendo o filho deles como beneficiário principal. Caso ela venha a falecer, o filho receberá a quantia e terá maior segurança para seguir com os estudos, por exemplo.
O Seguro de Vida também facilita o planejamento sucessório e a organização de bens. Como ele não faz parte da herança e não entra no inventário, sua liberação é mais rápida e ajuda a arcar com custos após o falecimento, por exemplo.
No geral, essa é uma forma de ter um apoio financeiro, com a certeza de que será possível diminuir o impacto de diversos imprevistos. Logo, é uma forma de cuidar de quem se ama, pensando no futuro com mais proteção.
Quando vale a pena fazer Seguro de Vida para outra pessoa?
Decidir fazer um Seguro de Vida vale a pena em diversas situações, inclusive quando a contratação é feita para outra pessoa. Um dos cenários é quando há dependentes financeiros, como filhos ou cônjuge, que precisam de amparo em caso de imprevistos.
Essa também é uma alternativa para proteger herdeiros em caso de falecimento ou até entre sócios de um negócio, assegurando a continuidade da empresa caso algo ocorra com um dos parceiros.
O estipulante pode determinar quem serão os beneficiários do Seguro?
O estipulante normalmente tem a responsabilidade de definir condições, como as coberturas vigentes. Porém, geralmente, quem escolhe os beneficiários é o próprio segurado, em especial, no Seguro de Vida individual.
A exceção fica para contratos coletivos, nos quais algumas regras podem mudar e permitir que o estipulante determine quem pode ser beneficiário.
Quais as diferenças que existem entre o Seguro de Vida individual e coletivo?
O Seguro de Vida individual é aquele em que a própria pessoa entra em contato com a seguradora para escolher uma proteção personalizada.
Por sua vez, o Seguro de Vida coletivo ocorre quando várias pessoas o contratam por intermédio de um estipulante. Como já mencionado, normalmente, o estipulante é uma empresa, mas isso não é uma regra.
Para que haja a possibilidade de contratação de um Seguro coletivo, todos os segurados devem ter algum vínculo com o estipulante, o que pode ocorrer no já citado exemplo de uma empresa.
É importante entender que, embora seja um Seguro coletivo, cada segurado é tratado individualmente, ou seja, cada um terá a sua própria seleção de beneficiários que usufruirão do plano.
Agora que você sabe como fazer um Seguro de Vida para outra pessoa, pesquise bem para encontrar as melhores opções do mercado.
A melhor ponte entre uma pessoa e uma seguradora será sempre o corretor. Por isso, aproveite esse momento para tirar todas as suas dúvidas no Portal da Icatu Seguros.
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